Moebius Path

Trilhas Sonoras


11/01/2016


 
 

Lemmy

Kemmy Kilmister

Cuidado aqueles que têm medo de trovão, pois dia 28 de Dezembro de 2015, o céu convocou o Sr. Ian Fraiser Kilmister, ou como ele era mais conhecido, Lemmy, o feroz vocalista e baixista do Motorhead.

Lemmy é uma das figuras mais icônicas do muno do Rock, que eu tive o prazer de assistir em 2000 no Credicard Hall, nada do que eu diga fará jus à experiência de assistir à autodenominada "Banda mais barulhenta do mundo"  - assim ela o foi. Amado por praticamente todo mundo que gosta do velho Rock'nRoll, o Lemmy é descrito como "uma lenda entre as Lendas".

Eu me lembro de uma entrevista que vi com ele no século passado, em que uma reporter perguntou a ele: "Lemmy, o que você acha desses cantores bonitinhos da atualidade?"

 

 - "Sorte deles que são bonitos"

É isso aí, o Ás de Espadas está morto.

Escrito por Raposo às 17h07
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14/06/2011


 
 

Iron Maiden - Live After Death

 

Iron Maiden - Live After Death

Em um post lá para baixo, eu falei sobre um álbum do Rush e como ele foi o o meu primeiro LP de uma banda só (aos que estranharem o termo, é como um CD, só que maior, com um furo menor e toca dos dois lados Riso)... Bem, o Live After Death foi o meu primeiro Heavy Metal (Iniciei logo com um duplo/ao vivo) e tinha já algumas coisas que eu já conhecia dos programas de vídeo clip que tinham na época, como Flight of Icarus e The Number of the Beast.

O disco começa com um discurso de Winston Churchill durante os ataques da Alemanha nazista à Inglaterra em 4 de Junho de 1940 e emenda com Aces High (homenagem aos pilotos ases em combate). É uma pauleira atrás da outra que só vai relaxar um pouco na metade de "The Rime of the Ancient Mariner", quando o malfadado marinheiro da história atinge o fundo do poço e vê um a um os membros da sua tripilação serem arrastados para o fundo do mar por uma bruxa do mar. (Com direito à risada da bruxa do mar e o ranger do navio à deriva)

Para quem gosta do bom e velho Heavy Metal, Live After Death é bom do início ao fim. Destaco ainda Running Free, com aquela habitual interação com a platéia que não pode faltar em um álbum ao vivo e a minha favorita que é "The Phantom of the Opera", que encerra o show (Posso criar algumas inimizades com o comentário, mas a versão com o Bruce Dickinson varre o chão com a original do Paul Di'Anno.

Iron Maiden - Live After Death

1.     "Intro (Churchill's Speech)" 
2.     "Aces High" 
3.     "2 Minutes to Midnight" 
4.     "The Trooper"  
5.     "Revelations"  
6.     "Flight of Icarus"  
7.     "The Rime of the Ancient Mariner"
8.     "Powerslave"
9.     "The Number of the Beast"
10.     "Hallowed be Thy Name"  
11.     "Iron Maiden"  
12.     "Run to the Hills" 
13.     "Running Free"  
14.     "Wrathchild"
15.     "22 Acacia Avenue" 
16.     "Children of the Damned"
17.     "Die With Your Boots On"  
18.     "The Phantom of the Opera"

 

 

 

Escrito por Raposo às 23h36
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15/09/2010


 
 

Grace Under Pressure

 

Todo mundo tem uma música preferida, um cd que marcou uma época ou uma trilha sonora para momentos de fúria ou paixão. Sou fanático por música, e como todo fanático discrimino alguns gêneros enquanto idolatro outros. Tenho uma coleção razoável de cds (Uma quantidade estúpida de Mp3 acumulados ao longo dos anos e algumas centenas de cds originais - ainda vou falar entre a relação dos Mp3 e os cds originais em outra ocasião) e um acervo de aproximadamente uns 700 LPs (Aqueles bolachões de vinil), onde tudo começou.

Ouço música desde que eu me entendo por gente, e desde moleque (Isso foi para lá do século passado) eu sempre comprei e ganhei muita coisa. Então, em 1987 apareceu um divisor de águas, eu estava com 15 anos, no primeiro colegial (dizem que hoje em dia se chama ensino médio) e um colega mais velho me vendeu um LP de uma banda que eu só conhecia duas músicas até então:Rush

 

 

   1. "Distant Early Warning" – 4:59
   2. "Afterimage" – 5:04
   3. "Red Sector A" – 5:10
   4. "The Enemy Within (Part I of Fear)" – 4:33
   5. "The Body Electric" – 5:00
   6. "Kid Gloves" – 4:18
   7. "Red Lenses" – 4:42
   8. "Between the Wheels" – 5:44

 

Grace Under Pressure é o álbum de 1984 da banda de rock progressivo chamada Rush. Existem literalmente milhares de blogs e sites especializados em música que podem classificar e analizar tecnicamente muito melhor que eu, mas este não é o meu intuito. Este disco continha justamente as duas músicas que eu conhecia através de vídeo clips ("The Body Electric" e "Red Sector A" - na minha opinião uma das melhores músicas que eu conheço), justamente esse o motivo de eu tê-lo comprado, mas também me apresentou várias outras músicas que eu jamais teria a chance de conhecer nem por rádio nem nos programas de vídeo clip. Logo veio meu segundo álbum, o Signals, Moving Pictures e não parei até completar a coleção toda da banda canadense. O fato é que depois desse álbum, eu comecei a ficar curioso para saber o que mais os artistas têm a oferecer e foi uma grata surpresa que nem sempre a música mais conhecida é a melhor de um disco.

Esse é o mérito desse álbum: me abrir um mundo novo fora da caixa que a mídia nos coloca. (Além do fato que eu não consigo separar uma única música para indicar como a minha predileta)

 

 

Escrito por Raposo às 13h23
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