Moebius Path


16/03/2016


Sorte - Saída Livre da Prisão

Sorte

Escrito por Raposo às 23h14
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Breakfast at Tiffanys

 


Breakfast at Tiffany's

Óleo sobre tela, presente para minha irmã.

 

 

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 22h42
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02/03/2016


 
 

Caricaturas

 

Meu amigo Charlie Brown

Eu desenho desde que me entendo por gente, em 1978 eu já desenhava "Mônicas" e "Cebolinhas" sempre treinando por conta própria e melhorando o traço e o estilo.

Quando estava no colegial (É assim que chamavam o ensino médio no século passado) os colegas pediam para que eu desenhasse os professores em alguma situação engraçada ou absurda (Um dos meus prediletos era o Nelson, professor de contabilidade, morto pelo Eddie - Mascote do Iron Maiden).

Nelson e Eddie

Mas eram desenhos mais clássicos (na época meu traço era inspirado pelos mestres "Ernie Chan" e "Alfredo Alcala", ambos constantes na revista "A Espada Selvagem de Conan".

Eram engraçados (em geral), mas não eram caricaturas.

 

Quem desenha sabe, sempre tem alguém pedindo para você desenhar algo ou alguém, e quando é alguém, 70% das vezes, pedem uma caricatura.

Eu sempre disse que desenhava uma pessoa, mas não sabia fazer a caricatura dela, e assim segui por anos.

Em 2013, trabalhando em uma mpresa que estava literalmente "indo para o brejo", meu chefe disse que eu, que era "criativo" (por criativo, leia-se "canalha, espírito de porco, mas que desenha bem"), podia fazer umas caricaturas do pessoal, para elevar um pouco o moral da equipe.

Uma vez que não sabia fazer caricaturas, resolvi desenvolver a minha própria técnica: Pegava a foto do pessoal, distorcia com o "Liquify" do Photoshop e depois desenhava em cima do resultado. (90% das imagens ficaram boas e, sim, nos 3 meses seguintes o moral do povo melhorou - aí a empresa fechou)

Equipe da IESA

Essa maratona de photoshop acabou me motivando a aprender a fazer caricaturas old school, com lápis e às vezes caneta. Normalmente, o resultado saía uma versão "mongolóide" da pessoa desenhada, por mais que tentava, a caricatura não fluía.

O fato é: caricatura é 50% você conseguir desenhar a pessoa normalmente, 30% de distorção nos lugares certos (Nem sempre o que vai ser "distorcido" é óbvio e 20% de humor.

 

Alguma coisa na minha cabeça "ligou" de repente e o meu traço começou a melhorar (Faço pelo menos 1 caricatura por dia, a prática é essencial) e está mudando aos poucos.

Grandes amigos

Nem todo mundo sai caricato, tem gente que você bate o olho e a caricatura vem automaticamente, outros, não saem nem a pau (para esse segundo grupo, faça o desenho do rosto da melhor maneira possível, e coloque um corpo pequeno, em situação engraçada - é o que dá para fazer)

Toninho

Estou longe de ser alguém com competência para ensinar técnicas de caricatura (Até porque, pela minha experiência, não é algo que se ensine, e sim uma mudança de percepção), mas uma coisa eu digo para quem quer fazer caricaturas old school: "Aprenda a desenhar bem, depois você começa com as caricaturas, começar com caricaturas normalmente dá mais trabalho".

Roger

Para quem é do mundo digital sempre dá para arriscar photoshop, liquify e muitas layers com o traçado. Com treino, você acaba chegando lá também.

 

 

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 09h20
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11/01/2016


 
 

Lemmy

Kemmy Kilmister

Cuidado aqueles que têm medo de trovão, pois dia 28 de Dezembro de 2015, o céu convocou o Sr. Ian Fraiser Kilmister, ou como ele era mais conhecido, Lemmy, o feroz vocalista e baixista do Motorhead.

Lemmy é uma das figuras mais icônicas do muno do Rock, que eu tive o prazer de assistir em 2000 no Credicard Hall, nada do que eu diga fará jus à experiência de assistir à autodenominada "Banda mais barulhenta do mundo"  - assim ela o foi. Amado por praticamente todo mundo que gosta do velho Rock'nRoll, o Lemmy é descrito como "uma lenda entre as Lendas".

Eu me lembro de uma entrevista que vi com ele no século passado, em que uma reporter perguntou a ele: "Lemmy, o que você acha desses cantores bonitinhos da atualidade?"

 

 - "Sorte deles que são bonitos"

É isso aí, o Ás de Espadas está morto.

Categoria: Trilhas Sonoras
Escrito por Raposo às 17h07
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03/12/2015


Feliz Natal

Feliz Natal

Sei que andei sumido... Quem sabe, como resolução para o ano que vem, volto a alimentar o Blog.

Tenho vários assunto para comentar, só está faltando tempo.

Escrito por Raposo às 17h01
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Stormtroopers

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 16h53
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04/02/2014


 
 

Before Watchmen

 

 

 

30 anos depois da série original e com o sucesso do filme, a DC achou que já era hora de ganhar uns trocados em cima das (na minha opinião) maiores obras de Alan Moore.

 

Claro, Alan Moore execrou a iniciativa, assim como vários fanáticos Mooremaníacos ao redor do globo. É bem verdade que o Alan Moore execra tudo aquilo que ele fez e alguém mudou, alterou, coloriu, pontuou ou até dobrou fora de suas especificações.

Before Watchmen - Coruja

Antes de começar, sou da opinião que Watchmen é o que de mais próximo se pode chegar da perfeição em quadrinhos, não existe a necessidade de sequências ou as tão em voga prequelas (tenho noção que a palavra não consta no dicionário, mas o uso contínuo deve mudar isso).

 

Before Watchmen me pareceu como o Highlander 2 (a versão maldita). Highlander, assim como Watchmen era (para a época) fantástico, aí resolveram fazer o Highlander 2 para explicar de onde vieram os imortais e por quê eles combatiam... QUEM PERGUNTOU?? QUEM QUER SABER???

 

Tive essa impressão com algumas das edições, com outras achei algumas sacadas interessantes, mas no geral, nada excepcional.

 

Before Watchmen - Rorschach

 

Se Before Watchmen tivesse sido criado antes de Watchmen, a história seria outra. 

 

Imagine um mundo real, na época da grande depressão americana, onde algumas pessoas resolveram aparecer e fazer a diferença por conta própria. Entre esses heróis, haveriam aqueles que são boas pessoas, dignas e honradas, mas ainda assim, humanos com falhas e fraquezas.

 

Existem aqueles que foram vítimas, sofreram abusos e horrores e resolveram se levantar contra isso. (A história da Silhouette, embora a maioria possa achar piegas, foi uma das minhas prediletas.)

 

É fácil nesse mundo, essas pessoas se tornarem heróis, inspirarem (ao ponto de um herói ter sido "criado" para promover a imagem de um banco - o Dollar Bill - um dos minutemen).

 

A trajetória desses heróis tende a uma encruzilhada, onde as opções mais freqüentes eram uma morte trágica ou a aposentadoria, devido a idade, e, se você tiver sorte, verá alguém da nova geração de heróis carregar o seu nome.

 

Um belo dia, aparece no mundo um cara azul que pode fazer o que ele puder imaginar, desde se teleportar, explodir coisas, alterar a matéria até ver o futuro. Claro que os Estados Unidos iam usar isso ao seu favor e o mundo nunca mais seria o mesmo.

 

Depois disso, uma vez que "Deus existe, e é americano", esses heróicos idealistas fantasiados foram declarados ilegais por um decreto de lei, e no anonimato eles permanecem.

Se Before Watchmen tivesse sido criado antes de Watchmen, esse seria o ponto onde Alan Moore entraria, coroando e finalizando magistralmente uma série de quadrinhos adultos de alto nível.

Alan Moore

 

Before Watchmen não é ruim, pelo contrário, mas ele sempre vai ser eclipsado tanto em roteiro quanto pela arte do original. 

 

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 11h13
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22/03/2013


 
 

Sanctuary

Imagem criada com o Bryce 6 e Photoshop, feita para ser um papel de parede para máquinas dual-screen, clique na imagem para visualizá-la em 3750x1500.

 

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 11h30
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20/03/2013


 
 

O Reino do Amanhã

 

Este fim de semana eu estava passando or uma locadora/banca de jornais, vi 3 pilhas de gibis onde normalmente havia livros de receita... Segundo o dono do lugar, era uma coleção que o cara se desfez por motivos matrimoniais. Fui obrigado a garimpar o lugar.

Tinha muita coisa interessante, várias dos quais eu já tinha, acabei pegando 4 pacotes, um com a "Brigada dos Encapotados", "A Piada Mortal" (que eu até tinha, mas esta estava impecável) e o "Reino do Amanhã", com arte do Alex Ross...

Não tive a chance de pegar essa série quando ela saiu pela primeira vez, mas uma vez que eu conhecia a arte do Alex Ross, não tinha nem o que pensar.

A história básica se passa em um futuro alternativo, onde o Super-Homem se exilou após uma série de divergências com uma nova geração de heróis, mais violentos e, segundo a população, mais apropriados aos novos tempos.

Claro, essa nova geração de heróis, sem limites, combatia os piores vilões com as mesmas armas, não raramente, causando vítimas entre a população. Como era de se esperar, heróis passaram a ser tão temidos quanto vilões.

Como em "Marvels", Alex Ross pega a história do ponto de vista de um idoso, nesse caso, o reverendo Norman McCay, que foi procurado pelo Spectro, para vagar pelos vários cenários da história e ao final, apresentar o seu julgamento.

Por várias vezes, como em qualquer guerra entre legiões de heróis, as imagens caem para um caleidoscópio colorido e disforma (apesar de toda a técnica do artista), assim como o andamento da história "corre" um pouco devido ao limitado número de páginas, mas ainda assim, o conceito por trás de toda a saga é bastante interessante e dá o que pensar.

Uma frase de um dos personagens para o Super-Homem passa bem a essência: "Entre o que mata e o que não mata, eles escolheram o que mata... E agora estão todos mortos!"

Eu sempre gostei dos heróis mais violentos... Batman, Wolverine, Lobo (embora não seja um herói propriamente dito), mas apesar disso, não dá para negar a necessidade dos "escoteiros" (Super-Homem, Capitão América, Ciclope e por aí vai), heróis existem para inspirar, para dar esperança. Uma mensagem antiga, admito, mas que se for passada às novas gerações só vai deixar o mundo melhor. (não apenas nos quadrinhos)

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 10h54
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14/03/2013


 
 

MDK

 

 

 

Quando a Shiny Entertainment anunciou em 1997 seu lançamento, MDK, foi feita muita especulação a respeito, que MDK era abreviação de Murder Death Kill, daí criou-se a expectativa de um banho de sangue de proporções épicas...

Assim que você inicia o jogo, vê que a coisa não é por aí, na história do jogo, você é Kurt Hectic, um zelador que cuidava do laboratório de um excêntrico inventor, até que a Terra foi invadida por gigantescas máquinas mineradoras que devastam tudo em seu caminho.

 

 

É aí que o seu sossego acaba, o Dr. Fluke Halkins te equipa com sua maior invenção, a Coil Suit (uma roupa de combate que parece que foi projetada por H.R.Giger, com sistema de armas e um para-quedas estilosíssimo), uma vez vestido, ele te joga da estratosfera para cima do minerador.

Dentro do minerador que a ação toda começa, hordas de alienígenas partirão para cima de você sem dó nem piedade. Atiradores, kamikazes, tanques e uma infinidade de inimigos dos mais variados tamanhos e formas... O difícil da coisa é saber o que você vai atacar enquanto está babando pelo cenário alucinante.

 

MDK foi um dos últimos jogos a renderizar o motor do jogo via software, mas ainda assim, o visual é até hoje um dos mais impressionantes que eu já vi.

A jogabilidade é em terceira pessoa, bastante simples por sinal, você corre, pula e atira no que estiver à sua frente. É viciante.

 

Em alguns momentos, você precisa alternar para o modo sniper, para poder avançar na missão, abatendo alguns inimigos à distância. Em outros, você desliza em uma prancha voadora (ou simplesmente em túneis), até chegar no piloto de cada máquina mineradora (vulgo Boss), passado ele, você pode salvar o jogo, o que te dá um bom nível de dificuldade para finalizar o jogo.

MDK é adrenalina e humor, recentemente desenterrei ele de uma pilha de cds empoeirados para matar as saudades... Depois acham estranho eu não escrever sobre as novidades, quando tem muita coisa boa por aí caindo no esquecimento.

P.S.: Não me lembro onde, se em algum lugar da documentação ou se em uma entrevista com a equipe de desenvolvedores, é mencionado que MDK são as iniciais de Max (um cachorro falante de 4 braços que auxilia o inventor), Doc (doutor) e Kurt (você).

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 15h14
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06/03/2013


 
 

AS MARÉS DA GUERRA

 

Quando trombei com esse livro nas Lojas Americanas pela primeira vez, pensei: "Taí uma boa chance de conhecer um pouco mais do universo do Warcraft" - O que eu confesso ser uma falha no meu currículo como gamer.

Só depois que eu comprei, fui reparar que a autoria do livro era de uma mulher, Christie Golden, o que me fez torcer um pouco o nariz, afinal, depois do monólogo monótono e monomaníaco de Crepúsculo, da Stephanie Meyers, tive um pé atrás com relação ao que me reservava o mundo bélico de Warcraft.

O primeiro capítulo foi bastante confuso, confesso... Cair em um livro que inicia falando de dragões transmorfos, magia arcana e aspectos (que diabos é um aspecto?)... Por volta do terceiro capítulo, os personagens principais foram apresentados e a trama pega embalo.

Vou tentar passar uma idéia do que se trata, sem estragar nada do livro:

 

A história se divide basicamente em duas tramas, a primeira, envolvendo Kalecgos, o líder da Revoada Dracônica Azul (logo, um dragão) que precisa reaver a Íris Focalizadora, um artefato místico poderosíssimo que foi roubado do seu povo.

Paralelo a isso, Garrosh, o líder guerreiro da Horda inicia uma ofensiva contra a Aliança, atacando um posto avançado e a cidade de Theramore, governada por Jaina Proudmore.

Depois, lendo no final do livro, são dadas referências de leituras, algumas dos quadrinhos, outras de livros ou contos, nas páginas da Blizzard.

 

Parecer final: Christie Golden é bastante competente na escrita, a ambientação e as batalhas ficaram bastante boas e a história flui bem em várias frentes, para quem é fã das séries do Warcraft tem bastante material interessante, porém para uma leitura descompromissada ou um leigo ele deixa um pouco a desejar, afinal penso que isso é uma história de transição e o término dela é o gancho para uma saga maior.

 

 

 


Recomendo para os fãs, mas se você não conhecer o Warcraft, pode passar sem ele.

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 08h28
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18/02/2013


Idéia para camiseta #02

 

O design foi criado por um americano chamado Chris Murphy.

(Lembre-se: "Na Rússia, o espaço explora você!")

Escrito por Raposo às 16h38
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Idéia para camiseta #01

 

Preciso um dia tirar essa do papel.

Escrito por Raposo às 15h03
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O intrépido Submarino Amarelo

 

Para variar, eu estou postando alguma coisa sobre um jogo obscuro e esquecido, desta vez, é o Sub Culture (e não uma música dos Beatles, como o título poderia sugerir), um jogo lançado em 1997 pela Ubisoft e a Critterion Studios.

 

O universo de Sub Culture é bastante restrito, para ser mais específico, é uma lagoa... Você faz parte de uma raça de minúsculas criaturas que habitam uma lagoa de água salgada, onde existe alguma vida marinha, dois clãs dominantes (os Procha e os Bohine), onde um clã é tecnológico enquanto o outro é adepto a uma existência mais simples e rústica e cada um dos dois clãs possui suas cidades-estado. Além disso, existe uma refinaria industrial, uma prisão e algumas bases independentes (leia-se piratas).

 

Você é o dono de um pequeno submarino amarelo (daí o nome do post) e um belo dia, quando você volta de um dia de serviço, uma lata destrói sua casa (sim, uma lata, jogada displicentemente por algum gigantesco humano)... A partir daí, o submarino passa a ser o seu lar, e você precisa continuar trabalhando para ganhar dinheiro e se manter, esse trabalho inclui  uma série de missões contratadas pelos clãs dominantes.

 

Além das missões, você pode comercializar especiarias entre uma cidade e outra, aonde sempre é bom ver quais artigos são mais baratos em uma cidade e mais caros em outra, para se obter o maior lucro possível.

 

Os gráficos são muito bons para a época que o jogo foi feito, onde você pode jogar com a visão em primeira pessoa (dentro do submarino) ou terceira pessoa, podendo variar os ângulos conforme pede cada missão. A física do jogo também é bastante realista, confesso que nunca entendi porque esse jogo nunca emplacou...

 

Outra coisa muito legal é ficar observando a vida marinha do jogo, há vários tipos de peixes, enguias e tartarugas que você pode seguir e observar, quase que passeando em um aquário, e não é raro você ver um peixe maior atacando um menor (ou até o seu próprio submarino).

 

Existe no jogo, ainda que subjetivamente uma consciência ecológica, ou seja, uma das principais maneiras de se fazer dinheiro é recolhendo e vendendo tampinhas de garrafa, bitucas de cigarro, embalagens de alumínio (as famosas quentinhas/marmitex) e outras tralhas que jogamos na natureza sem nos darmos conta do estrago que isso causa.

Para isso, dependendo do que você vai recolher, você deve equipar o submarino com as ferramentas específicas para tal (um gancho, um imã, um aspirador, etc) e também se armar, porque, como eu já disse, há piratas lá fora e você precisa se defender.

 

 

A variedade das missões é muito boa, existem missões de resgate, escolta, pesca e por aí vai, com o nível de dificuldade bastante variado. Uma das minhas preferidas é uma que eu tenho que plantar uma escuta em um submarino dos Bohines e seguí-lo, reportando aos Prochas suas transmissões de rádio, fazendo o serviço de espião e depois quase provocando uma guerra entre os dois clãs. Mas não pense que você vai ter que escolher um lado, você trabalha para todo mundo que pague o seu preço - Nem sempre serão missões pacíficas, mas o lance interessante é que, quando você está aportado, pode ver as comunicações de tv e e-mails sobre determinada missão, aonde um tal de submarino anônimo pode ser tachado de herói ou de ameaça pública - depende do lado da história.

 

Eu comprei esse jogo quando ainda era novo, joguei várias vezes e ainda tenho ele em um pen-drive para quando bate saudades de jogar algo descompromissado e divertido. Se você tiver a curiosidade de investigá-lo, eu acredito que o abandonia.com tem o download dele. Recomendo.

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 14h37
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14/02/2013


 
 

Porque Bento XVI não virá ao Brasil

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 10h28
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