Moebius Path


22/03/2013


 
 

Sanctuary

Imagem criada com o Bryce 6 e Photoshop, feita para ser um papel de parede para máquinas dual-screen, clique na imagem para visualizá-la em 3750x1500.

 

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 11h30
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20/03/2013


 
 

O Reino do Amanhã

 

Este fim de semana eu estava passando or uma locadora/banca de jornais, vi 3 pilhas de gibis onde normalmente havia livros de receita... Segundo o dono do lugar, era uma coleção que o cara se desfez por motivos matrimoniais. Fui obrigado a garimpar o lugar.

Tinha muita coisa interessante, várias dos quais eu já tinha, acabei pegando 4 pacotes, um com a "Brigada dos Encapotados", "A Piada Mortal" (que eu até tinha, mas esta estava impecável) e o "Reino do Amanhã", com arte do Alex Ross...

Não tive a chance de pegar essa série quando ela saiu pela primeira vez, mas uma vez que eu conhecia a arte do Alex Ross, não tinha nem o que pensar.

A história básica se passa em um futuro alternativo, onde o Super-Homem se exilou após uma série de divergências com uma nova geração de heróis, mais violentos e, segundo a população, mais apropriados aos novos tempos.

Claro, essa nova geração de heróis, sem limites, combatia os piores vilões com as mesmas armas, não raramente, causando vítimas entre a população. Como era de se esperar, heróis passaram a ser tão temidos quanto vilões.

Como em "Marvels", Alex Ross pega a história do ponto de vista de um idoso, nesse caso, o reverendo Norman McCay, que foi procurado pelo Spectro, para vagar pelos vários cenários da história e ao final, apresentar o seu julgamento.

Por várias vezes, como em qualquer guerra entre legiões de heróis, as imagens caem para um caleidoscópio colorido e disforma (apesar de toda a técnica do artista), assim como o andamento da história "corre" um pouco devido ao limitado número de páginas, mas ainda assim, o conceito por trás de toda a saga é bastante interessante e dá o que pensar.

Uma frase de um dos personagens para o Super-Homem passa bem a essência: "Entre o que mata e o que não mata, eles escolheram o que mata... E agora estão todos mortos!"

Eu sempre gostei dos heróis mais violentos... Batman, Wolverine, Lobo (embora não seja um herói propriamente dito), mas apesar disso, não dá para negar a necessidade dos "escoteiros" (Super-Homem, Capitão América, Ciclope e por aí vai), heróis existem para inspirar, para dar esperança. Uma mensagem antiga, admito, mas que se for passada às novas gerações só vai deixar o mundo melhor. (não apenas nos quadrinhos)

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 10h54
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