AS MARÉS DA GUERRA

 

Quando trombei com esse livro nas Lojas Americanas pela primeira vez, pensei: "Taí uma boa chance de conhecer um pouco mais do universo do Warcraft" - O que eu confesso ser uma falha no meu currículo como gamer.

Só depois que eu comprei, fui reparar que a autoria do livro era de uma mulher, Christie Golden, o que me fez torcer um pouco o nariz, afinal, depois do monólogo monótono e monomaníaco de Crepúsculo, da Stephanie Meyers, tive um pé atrás com relação ao que me reservava o mundo bélico de Warcraft.

O primeiro capítulo foi bastante confuso, confesso... Cair em um livro que inicia falando de dragões transmorfos, magia arcana e aspectos (que diabos é um aspecto?)... Por volta do terceiro capítulo, os personagens principais foram apresentados e a trama pega embalo.

Vou tentar passar uma idéia do que se trata, sem estragar nada do livro:

 

A história se divide basicamente em duas tramas, a primeira, envolvendo Kalecgos, o líder da Revoada Dracônica Azul (logo, um dragão) que precisa reaver a Íris Focalizadora, um artefato místico poderosíssimo que foi roubado do seu povo.

Paralelo a isso, Garrosh, o líder guerreiro da Horda inicia uma ofensiva contra a Aliança, atacando um posto avançado e a cidade de Theramore, governada por Jaina Proudmore.

Depois, lendo no final do livro, são dadas referências de leituras, algumas dos quadrinhos, outras de livros ou contos, nas páginas da Blizzard.

 

Parecer final: Christie Golden é bastante competente na escrita, a ambientação e as batalhas ficaram bastante boas e a história flui bem em várias frentes, para quem é fã das séries do Warcraft tem bastante material interessante, porém para uma leitura descompromissada ou um leigo ele deixa um pouco a desejar, afinal penso que isso é uma história de transição e o término dela é o gancho para uma saga maior.

 

 

 


Recomendo para os fãs, mas se você não conhecer o Warcraft, pode passar sem ele.