Moebius Path


27/01/2012


Caos no Rio de Janeiro

Escrito por Raposo às 09h28
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26/01/2012


 
 

Filosofia Nerd (2)

US Robotics ? Para que ? Meu Zoltrix é óti-@#^%#$!#4455%...

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 10h54
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Google 60's

(Por favor aguarde a resposta em 30 dias - Parece minha antiga conexão discada)

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 10h50
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Player One... Fight!

Para quem gosta de jogos de luta, essa frase é como um chamado às armas, quantos ao ouvirem essa frase lembram das inúmeras batalhas travadas no Street Fighter, um dos jogos mais populares do gênero.

Eu comecei a me interessar pelos jogos de luta com o Karate Champ nos fliperamas do início da década de 80. (Era um duelo entre o lutador de kimono branco contra o de kimono vermelho, o controle era feito através de dois joysticks, onde um controlava a movimentação e o outro os golpes).



Ele era bem simples mas abriu caminho para outros como o Kung Fu Master e o Double Dragon (que eu sou fã incondicional, chegava a acabar o jogo com uma única ficha - só na cotovelada).

Claro fichas exigiam dinheiro e isso quase nunca estava disponível, então parti para o Atari onde eu jogava Boxe e Chuck Norris, jogo que eu nunca consegui passar do sexto combate.

Lá por volta de 1986, comecei a jogar em um novíssimo computador Apple II, onde eu tinha o Karate Champ e o Kung Fu Master, mas o melhor era o Karateka, criado por Jordan Mechner (que também criou o clássico Príncipe da Persia), onde os controles eram simples, a movimentação era fluida, era altamente viciante e você salvava a mocinha. Ainda no Apple, havia uma mistura de RPG e luta chamado Moebius (que eu já postei aqui).


Nos Arcades, a evolução da luta começou, na minha opinião, com o Double Dragon, com briga de rua, tacos de baseball, toneladas de vilões, e você salvava a mocinha (isso acontece bastante nos jogos). Em 1987, com o lançamento de Street Fighter, o gênero sofreu uma revolução, vários lutadores, cada um com seu estilo próprio de jogo, se enfrentando em um torneio. Muitos golpes fantásticos, que dependendo da destreza de quem jogava, facilitava horrores para chegar no final do jogo.



Pouco tempo depois, saiu o Mortal Kombat, onde o fato das imagens serem mais realistas e do jogo ser bem sangrento (Cada personagem tinha além dos golpes normais, "Fatalities", golpes que matavam os adversários violentamente) o tornou um clássico imediato.

Esses dois jogos geraram uma série de "filhotes", como King of Fighters, Killing Instinct, Marvel vs Capcom e a fantástica série "Tekken" (Que na minha opinião, Tekken superou os outros jogos de luta absurdamente)

Entre os desconhecidos da maioria do pessoal, um dos meus prediletos é o Def Jam - Fight for NY. É basicamente um jogo de briga de rua entre duas gangues rivais, para decidir quem controla o circuito das lutas. O peculiar do jogo é que a maioria dos personagens são Rappers contratados da gravadora americana Def Jam (Só para citar alguns, tem o Snoopy Dogg, Ludacris, Fat Joe e Ice T). Fora esse pessoal, aparecem também no jogo o Henry Rollings (vocalista da Rollins Band e que fez uma ponta no filme "Johnny Mnemonic" do Keannu Reeves), Danny Trejo (que está em todas, da "Balada do Pistoleiro" e "Drink no Inferno" até "Machete" e "Pequenos Espiões") e a ex-Baywatch Carmem Elektra - Uma das suas possíveis namoradas. Nesse jogo, você pode combinar 3 de 5 estilos de luta, nem sempre com bons resultados. Boa diversão, mas depois de um tempo, a linha de história enjoa um pouco.

Vencer a máquina é bom... Mas o instante que seu amigo, cambaleante, percebe que vai receber um "fatality" (de novo)... Não tem preço!

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 07h57
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25/01/2012


 
 

Ambigramas

Lá quando eu tinha uns 13 anos (Lá pelo século passado), eu estava rabiscando a esmo (faço isso até hoje) e achei engraçado escrever a palavra ARARA com o primeiro "R" invertido, pois ela podia ser lida tanto normalmente quanto invertida. Fiquei todo pimpão quando consegui fazer isso com o meu nome (IVAN é um nome curto e bem fácil para se fazer esse tipo de coisa). Como todo moleque de 13 anos, a minha atenção parecia a mesma de um mosquito e deixei a brincadeira de lado, sem imaginar que eu tinha criado dois ambigramas.

(Dois ambigramas com mensagens opostas)

Um ambigrama uma representação gráfica de uma palavra que pode ser vista rotacionada ou invertida horizontalmente com a mesma fonética ou representação visual.

Outra definição interessante de um ambigrama é a de Fenollosa, um conhecido estudioso do ideograma oriental, ele enunciou o princípio básico: "Nesse processo de compor, duas coisas que se somam não produzem uma terceira, mas sugerem uma relação fundamental entre ambas"

O termo ambigrama tem sido utilizado majoritariamente, desde então, para descrever certos tipos de palavras manipuladas plasticamente, com o intuito de mantê-las legíveis quando giradas em 180 graus, refletidas vertical ou horizontalmente, ou submetidas a uma série de outras transformações geométricas e espaciais.

Estas transformações podem manter o significado da palavra inalterado em seu novo ponto de vista, ou revelar uma nova leitura semântica ou plástica na mesma representação gráfica, proporcionando um novo e rico campo exploratório de possibilidades expressivas.

Quando Dan Brown estourou com seu livro do Código Da-Vinci, minha esposa o leu e já comprou o outro livro da saga de Robert Langdon, Anjos e Demônios (detalhe peculiar, Anjos e Demônios é anterior ao Código Da-Vinci, mas Hollywood resolveu inverter a cronologia para lançar a história polêmica antes e ver o quanto arrecadava com isso.

(O ambigrama dos Illuminatti e o ambigrama que não aparece no filme - o "Diamante Illuminatti")

Eu, chato que sou, resolvi lê-los em seqüência, foi onde vi o ambigrama dos ILLUMINATTI. Aquilo pirou a minha cabeça, depois de anos adormecida na minha cabeça, eu me deparo com um ambigrama extremamente complexo e bem feito! (ao longo da trama do livro, são apresentados 6 ambigramas, enquanto no filme, eles mostraram somente 5, deixando o último de fora para colocar as chaves do papa - não gostei, mas infelizmente, não influencia a história)

Pesquisando ambigramas no Google, acabei achando um site chamado johnlangdon.net , onde os tais ambigramas do livro apareciam (Confesso que não curti muito o fato do cara se aproveitar do "Langdon" para fazer sucesso, mas depois vi que foi justamente o contrário, Dan Brown que batizou seu personagem em homenagem ao artista)

O site dele tem muita coisa interessante, vale à pena uma visita.

(Os dois primeiros ambigramas foram criados por Langdon, o terceiro eu achei aleatório pelo google)

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 08h48
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