Moebius Path


06/01/2012


 
 

Wallpaper - Walking in the Air

Walking in the Air (3750 × 1500)

Papel de parede criado no Bryce, feito para dois monitores (Clique na imagem para exibir o tamanho completo).

Esse é o nome de uma música do Nightwish (Gosto muito da música e resolvi fazer essa imagem enquanto a ouvia)

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 09h25
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Wallpaper - Ghost in the Machine

The Ghost in the Machine

Papel de parede criado no Bryce, feito para dois monitores (Clique na imagem para exibir o tamanho completo).

Ghost in the machine é o nome dado a trechos de programação aleatória em sistemas complexos, gerados pela própria máquina (Algo considerado como a máquina tomar consciência de si própria)

Eu já vi esse termo usado em um anime (Ghost in the Machine) e no filme I-Robot (Eu Robô, em português)

 

Escrito por Raposo às 09h20
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Sérgio Aragonés

 

Quando eu era moleque, lá no século passado, meus primos mais velhos liam uma revista diferente de tudo que eu já tinha lido até então (que se resumia a Disney e Maurício de Souza), ela era impressa em branco e preto e (pasmem), não seguia um estilo único de desenho. Tinha sátiras de filmes e "O Lado Irônico", que tinham um traço mais elaborado, Dom Martin, com seu traço cartunesco e humor escrachado e mais um monte de coisa (Eu lia Mad antes dos quaderinhos do Ota). Uma coisa que um dia me chamou a atenção, eram algumas piadas curtas nos cantos de algumas páginas - Confesso que não as vi das primeiras vezes que li a revista, mas uma vez que eu vi que havia um padrão, comecei a procurar por elas nas outras revistas. Eram as "tirinhas marginais" do Sérgio Aragonés.

 

 

 

Fiquei fã desse cara na mesma hora, era um humor simples que dispensava palavras. Com o tempo, fui deixando Mad de lado e caí nos universos Marvel e DC, onde gastava uma grana preta. Um dia, vi indignado que a pureza das Graphic Novels tinha sido maculada por alguma coisa de traço imbecil (as Graphic Novels na época eram o que havia de melhor em matéria de arte e histórias, como eles podiam fazer uma coisa dessas?).

Groo, o Errante

 

Era "A Morte de Groo", do Sérgio Aragonés, onde a Abril (acho que era a Abril, mas estou sem paciência de vasculhar o Google agora) resolveu lançar o personagem. Resumo: Ri como não ria a muito tempo, Groo era o Conan descerebrado com duas espadas samurais. A história colocava Groo enfrentando Floom Floom, um dragão onomatopéico que dá uma corrida no simpático bárbaro, que acaba por abandonar as espadas em meio a fuga... Resultado: O povo que as achou chegou a lógica conclusão que "Groo está morto." Leitura mais que obrigatória para os leitores de quadrinhos.

 

Comemoração da centésima edição de Groo

Um pouco sobre o Sérgio Aragonés:

Nascido em 1937 na Espanha, mudou-se com a família para o México durante a guerra civil espanhola.
Com apenas 24 anos, se mandou para Nova York com US$ 20 no bolso e um portfólio debaixo do braço. Conseguiu uma oportunidade na revista MAD, graças a seu conhecido, o cartunista cubano Phorias. "Na época ele falava inglês pior que eu e chama todos de hermano. Por isso eu trabalhei diversos meses na editora e os outros funcionarios achavam que eu era irmão dele" contou Aragonés.



Estreou em janeiro de 1963 na Mad com uma série de cartuns sobre a corrida especial.
De lá pra cá, ganhou diversos prêmios, com destaque para Will Eisner Hall of Fame Award, e inspirou um com o seu próprio nome, o Comic Art Professional Society's Sergio Award.
No Brasil, fez muito sucesso com o personagem Groo: O Errante (em dupla com Mark Evanier). Um bárbaro burro, atrapalhado e extremamente inocente, que ninguém quer ter por perto. Mas a sua carreira ficou marcada por sua participação na revista Mad (muita conhecida também aqui no Brasil) que popularizou seu trabalho no mundo inteiro.

Sergio Aragonés por Sergio Aragonés

Além desses dois trabalhos, Aragonés também criou ótimas sátiras com os personagens das duas maiores editoras de quadrinhos dos EUA, Marvel (Sergio Aragonés Destoi a Marvel) e DC (Sergio Aragonés Massacra a DC) e com a saga Star Wars.


Outra obra sua de destaque é a mini-série lançada pela Dark Horse, “Louder than Words”. São seis revistas com uma coletânea de tiras, sem nenhuma palavra escrita, que reflete fielmente o humor fino de Sérgio Aragonés.

Em comemoração aos seus 50 anos de carreira, o artista que hoje mora na Califórnia lançou o livro “MAD's Greatest Artists: Sergio Aragonés: Five Decades of His Finest Works”, com uma retrospectiva da sua obra neste meio século.

Ele também, ao melhor estilo Hitchcock, figurar entre algumas de suas histórias, segundo seu editor, ele é uma das poucas pessoas no mundo dos quadrinhos que consegue se retratar ainda pior do que a própria aparência, além de ser considerado um dos cartunistas mais rápidos do mundo.

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 08h39
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04/01/2012


 
 

Amizade Nerd

Um bom amigo chora quando você morre...

 

...o melhor amigo caça as 7 Esferas do Dragão para te trazer de volta.

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 13h28
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03/01/2012


 
 

Duelo ao Meio-Dia

Diariamente, na empresa onde eu trabalho, o bicho pega na hora do almoço...

É uma prática relativamente comum as pessoas tirarem a parte do horário de almoço em que não estão comendo para navegar na internet ou para jogar. No meu caso (e de alguns malucos que trabalham comigo) nosso foco vai para os jogos de tiro.

Quando se fala em jogos de tiro dentro de uma empresa, a primeira coisa que vem à nossa cabeça é o Counter-Strike, que de uma maneira muito simplista resume-se no "Polícia e Ladrão" que brincávamos quando criança (Um time da SWAT contra um grupo de terroristas), vence o último time sobrevivente. Counter Strike é viciante, seu único problema é que dependendo do mapa e do nível dos seus inimigos, você toma um tiro com 1 segundo de jogo e tem que ficar de voyeur 5 minutos até que a partida se decida.

 

 

Eu, particularmente, prefiro o Unreal Tournament, que apesar de pecar um pouco na falta de realismo (armas futuristas, arenas de gravidade baixa, power-ups e quando um jogador é morto, ele retorna ao jogo novamente, sem ter que esperar a partida acabar), esbanja na jogabilidade e na possibilidade de customização do jogo.

Além dos vários modos de jogo (Deathmatch, Team Deathmatch, Capture the Flag, Domination, Last Man Standing e Assault), uma coisa que eu gosto muito no Unreal é a facilidade de inclusão de bots (jogadores controlados pelo computador) - Eu sei que o Counter-Stryke permite isso também, é que no Unreal a personalização deles vai mais além.

10 motivos porque o UT 99 se tornou o jogo principal na empresa onde trabalho:

1 - Jogo dinâmico e sangrento;


2 - Possibilidade de customização dos Bots (Inclusive com os nomes de outros colegas que não jogam ou chefes - Um headshot em um chefe ou colega pentelho é algo extremamente prazeroso);

3 - Com um aplicativo chamado UTSM é possível customizar inclusive a aparência dos jogadores (Não basta ter os nomes do pessoal, tem que parecer com eles);

Algumas das Skins que eu criei



4 - Headshots;

5 - O UT vem com uma ferramenta chamada NGStats, que analiza os logs do jogo e gera literalmente uma tonelada de estatísticas em formato html (estes resultados acabam sendo disponibilizados na rede, atiçando ainda mais a competição);

6 - A Redeemer (A redeemer é a arma mais poderosa do jogo, é basicamente um míssil atômico em miniatura, onde a sua onda de choque pulveriza qualquer inimigo que esteja em seu raio de ação). O segundo modo de disparo da Redeemer permite que você "pilote" o míssil - Não tem nada mais apavorante do que ver aquele míssil ígnorante fazendo uma curva e te seguindo em um corredor estreito;

Um pobre coitado perseguido pela Redeemer

7 - Você usar uma arma que pode matar uma dúzia de jogadores (a Redeemer, claro) para perseguir e matar um único inimigo (geralmente aquele fanfarrão que fica te irritando durante o resto do expediente) e ainda bater um screenshot da cena - o que requer um pouquinho mais de perícia);

8 - Você avistar um míssil da Redeemer disparado por um colega e explodí-lo em pleno ar, sem que ele mate ninguém;

9 - A variedade de mapas com características únicas;

10 - Headshots. (Isso realmente desestressa a gente)

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 09h44
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02/01/2012


 
 

Cinto de castidade

Cinto de castidade Revisitado

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 09h09
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2012

 

... e 2012 começa.

 

Todo mundo empolgado, cheio de esperança (eu tento ser assim, até acho que se os maias estiverem corretos, esse ano acabam todos os meus problemas com as dívidas). Já refiz esse texto uma 3 vezes, tentei colocar algum pensamento profundo, sincero, para começar o ano bem, mas quer saber? Isso está além do meu controle.

 

O que eu posso (e vou) fazer é postar o melhor cosplay do Chewbacca que eu vi até agora Legal.

 

 

Feliz 2012

 

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 09h04
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