O Surfista Prateado

 

A chegada de Galactus, o Devorador de Mundos marcou o final de incontáveis espécies. O pacífico planeta Zenn-La teria o mesmo fim, não fosse pelo espírito nobre de Norrin Radd, que propôs um pacto ao Devorador de Mundos: Em troca de ter seu mundo poupado, Norrin Radd singraria o cosmo em busca de planetas que saciassem a fome do gigante.

Quando Norrin Radd, agora conhecido como o Surfista Prateado, trouxe Galactus à Terra, eles foram confrontados pelo Quarteto Fantástico.

Em meio ao combate, o Surfista conheceu uma escultora cega chamada Alycia Masters, que sentiu no Surfista um sentimento de nobreza que ele mesmo havia esquecido. Percebendo o mal que iria causar, ele se volta contra seu mestre e, juntamente com o Quarteto Fantástico e o Vigia (uma entidade cósmica que falo em outra ocasião) conseguem expulsar Galactus do planeta.

O preço pago por sua rebeldia, foi o exílio no planeta que ele ajudou a salvar.

Este exílio durou anos e nesse tempo que viveu entre nós, o Surfista conheceu o melhor e o pior que a humanidade tem a oferecer, sempre com a esperança que nós podemos viver em paz.

Somente com a ajuda do Quarteto Fantástico (especificamente por causa do Coisa), Norrin Radd conseguiu romper a barreira invisível que lhe foi imposta e pode seguir livre pelo universo.

Criado em 1966 por Stan Lee e Jack Kirby, as histórias do Surfista prateado convidavam o leitor a encarar alguns aspectos de nossa sociedade como guerras, desigualdade social e até preconceito sob a perspectiva de um alienígena que acreditava que éramos capazes de ser melhor do que isso.