Moebius Path


09/04/2011


Shadow of Colossus

Antigamente media-se o nosso valor pela magnitude de nossos inimigos... Bem, prepare-se para alguns inimigos muito, muito grandes!

Shadow of Colossus é um jogo diferente, com um belíssimo visual e uma história envolvente. Tudo começa com a morte de sua esposa, inconformado, você a leva a um antigo altar onde os deuses prometem devolvê-la à vida caso você mate seus inimigos.

Cada inimigo dos Deuses é representado por uma estátua no templo que você está, até aí... Beleza! Só tem 16 estátuas, tudo indica que será uma partida rápida.

Você é instruído a seguir o reflexo do brilho do sol em sua espada, com a ajuda de seu fiel cavalo, que vai te levar por paisagens e ruínas belíssimas até o inimigo.

Uma coisinha que os deuses não e avisaram: O tamanho dos seus inimigos. Eles são enormes e magníficos! A primeira impressão que se tem é que um templo azteca tomou vida e resolveu caminhar sobre a terra.

 

Shadow Of Colossus

Se você pensa que agora é só baixar o sarrafo e arrebentar o bichão, está muito enganado. Cada colosso tem um ou mais pontos vitais que devem ser atacados e é através deles que você vai matá-lo. Não pense que será fácil ou óbvio, esses pontos vitais só se revelam sob o reflexo do sol em sua espada e, claro, não pense que o colosso cai deixar você sair escalando o seu corpo e esburacando ele todo.

A única parte chata no jogo é que às vezes perde-se muito tempo procurando pelo local do próximo colosso, as distâncias são grandes e você tem que achar algumas trilhas até chegar aonde precisa. Se você está jogando sozinho, sem ninguém apressando para jogar também, isso não chega a ser um empecilho muito grande.

Para facilitar, segue o mapa do jogo (não adianta visitá-lo fora de ordem, um  colosso só se revela após o último ter sido morto)

Shadow O Colossus - Mapa

Arrematando: Excelente jogo, a sensação quando você está cavalgando e de repente é acompanhado por uma águia é fantástica, só superada pela revelação de cada colosso.

 

Recomendo.

Escrito por Raposo às 21h35
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06/04/2011


 
 

Bryce

 

O Bryce foi o primeiro programa gráfico 3D que eu trabalhei, era o demo da versão 2.0 que veio em uma Revista do CD-ROM. Era um programa diferente de tudo o que eu conhecia até então, elementos básicos de 3D, montanhas, texturas de terra, água e metais e efeitos atmosféricos. A interface do Bryce é completamente intuitiva, foi fácil a adaptação a ela onde os 3 menus (Create, Edit e Sky & Fog) tinham tudo o que eu precisava para entrar no mundo 3d.

 

Interface básica

No menu Create eu criava os elementos que eu queria, no menu Edit eu definia textura, dimensões, posicionamento, rotação, etc. Cada nova alteração é acompanhada pelo preview, um quadrinho no campo superior esquerdo da tela com a imagem final.

No menu Sky & Fog, eu definia a iluminação ambiente, se era dia ou noite, nuvens, neblina e cor do céu. Além destes 3 menus, o Bryce tinha uma barra de ferramentas à esquerda que permitia rotacionar a câmera, afastar ou aproximar e o mais importante, renderizar. Nesta primeira imagem, eu coloquei apenas 3 esferas com textura de metal, sobre um plano de água e um paredão metálico ao fundo. Até o momento da renderização, tudo o que você tem é uma série de objetos 3d vazados (os chamados wireframes), é na renderização que a imagem da sua tela vai receber a "arte-final".

 

Renderização

Uma vez que todos os elementos estão em posição, o botão de renderização é a maior das 5 esferas verdes na parte inferior das ferramentas à esquerda. Imediatamente uma linha vai correr sua janela de cima a baixo, deixando um rastro quadriculado. A cada nova passagem da linha de renderização, a imagem vai se tornando mais nítida, até que a imagem esteja completa. Esse processo vai variar de acordo com a quantidade de elementos que você colocou na tela, o tipo de textura, iluminação e resolução da tela que você quer criar. Já renderizei telas em 10 segundos e em 13 horas (também depende do computador que você tem).

 

 

Imagem final

A espera normalmente vale a pena. Esta imagem final, renderizada com o tamanho de 2400x1500 pixeis levou 30 minutos em um Pentium IV 1.7Ghz com 256Mb Ram (Um micro de 9 anos, bem ultrapassado para os padrões de hoje), se você quiser checar o resultado final é só clicar na imagem para abrir o arquivo completo.

Outra coisa de muito interessante no Bryce é a possibilidade de você importar objetos criados com outros programas 3d, como o Poser, DAZ Studio ou o 3d Studio Max, o que aumenta bastante a versatilidade do programa.

Um conselho para os iniciantes ou aqueles que não tem uma boa máquina: Evitem misturar muitos objetos transparentes com fontes de luz, isso vai deixar a renderização MUITO pesada.

 

Se não me falha a memória, a versão 5.5 do Bryce foi disponibilizada para download gratuito, é uma maneira de entrar em contato com o universo das imagens em 3d, e de repente, criar belas imagens para papéis de parede.

 

Parecer final: Recomendo e aprovo!

 

Categoria: Do Pincel ao Pixel
Escrito por Raposo às 14h44
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05/04/2011


 
 

Dreadstar

Como fã de ficção científica e quadrinhos, é quase obrigatório eu fazer uma postagem sobre Dreadstar, na minha opinião uma das melhores obras de Jim Starlin (Que eu já mencionei no post sobre Thanos, o Titã Louco).

A primeira vez que eu vi Vanth Dreadstar, era em uma Graphic Novel da Globo e ele era o último sobrevivente da Via Lactea, um guerreiro cansado que encontrou o amor nos braços de uma cientista chamada Dalilah e ganhou a amizade de um pacífico povo, meio humano, meio gato. Mais tarde, Vanth recebe a visita de Syzygy Darklock, um ex-bispo da Igreja da Instrumentalidade que teve uma visão e partiu ao encontro de Dreadstar, com o intuito de tornar-se mentor e amigo.

Tudo ia bem, até que uma patrulha da Monarquia (uma facção cósmica inimiga da Igreja da Instrumentalidade) destrói a aldeia onde vive Dreadstar e o povo, matando também Dalilah. Neste instante, Dreadstar jura vingança e decide juntamente comos sobreviventes (Syzygy e Oedi, um homem-gato) por fim à guerra que assola a galáxia.

 

Graphic Globo nº1

A partir daí a saga de Dreadstar segue, somando-se novos personagens, como por exemplo Willow (a cyberpata cega) e o Lord Papal (o grande vilão, líder da Igreja da Instrumentalidade e uma mistura de Lord Voldemort com Thanos). A história segue com alguns flashbacks com a origem de alguns personagens e várias revira-voltas, valendo todo o esforço para consegui-la na íntegra.

Infelizmente, não foram publicadas no Brasil todas as histórias, mas vou listar o que já saiu (e eu sei) para de repente inspirar algum perdido que esteja lendo este blog:

  • Graphic Novel O Preço - Editora Globo
  • Graphic Novel Dreadstar - Editora Globo
  • 06 números da revista Epic Comics - Editora Abril
  • 10 números da revista Dreadstar - Editora Globo

A ordem que eu postei não é a ordem em que a s revistas foram publicadas, mas sim a ordem em que eu recomendo a leitura.

Existe ainda a saga "Metamorphosis Odissey", que não foi publicada no Brasil e conta a história da origem de Dreadstar e da guerra que destruiu a Via Lactea e seis edições que saíram nos Estados Unidos pela Malibu Comics, sob o selo "Bravura" e apresenta a história a partir do ponto deixado pela Editora Globo.

Categoria: Mundo Nerd
Escrito por Raposo às 19h58
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